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11/11/2017Agenda OSB de novembro e dezembro 2018Apresentações acontecem na Sala Cecília Meireles

AGENDA

14 de Novembro - Terça, 20 Horas | Sala Cecília Meireles 

200 anos de escrita para cordas, do classicismo ao neoclassicismo: a apresentação começa com o paradigma de excelência firmado por Mozart, em 1788, com a reelaboração de sua Fuga para dois pianos K. 426, e passa pela cantável e dançante Serenata, de Dvorák, composta em apenas 12 dias, até chegar a duas obras brasileiras do século XX. 

O Divertimento de Edino Krieger é de 1959 e, a exemplo da obra de Mozart, também nasceu no teclado – trata-se de uma transcrição da primeira sonata para piano do compositor. Já o Concerto de Guarnieri  que prevê três percussionistas, foi escrito sob encomenda da Orquestra de Câmara Armorial, de Pernambuco, em 1972, e tem caráter confessional – o movimento lento, Saudoso, foi escrito “em memória de minha mãe”.

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27 de Novembro - Segunda, 20 Horas | Sala Cecília Meireles

Villa-Lobos escreveu 17 quartetos de cordas, ao longo de 42 anos, e sua série – uma das mais impressionantes da música brasileira – não poderia ter começado de forma mais singela. Afinal, como definiu Arnaldo Estrella, em seu clássico estudo, o Quarteto N. 1, de 1915, “é na realidade uma Suíte de seis pequenas peças, alternadamente lentas e vivas, nostálgicas e alegres”, caracterizadas por “um certo dengue melódico” e “acompanhamentos coreográficos” indicando que “sua imaginação está impregnada de sugestões populares”

Finalizado duas décadas antes, em 1893, na pequena cidade de Spilville, no estado de Iowa, quando seu autor, o tcheco Antonín Dvorák, dava aulas de composição nos EUA, o Quarteto “Americano” se tornou o mais célebre do compositor. Se o quanto há de efetivamente “americano” na música de Dvorák é, até hoje, motivo de controvérsia, o vigor e a felicidade melódica da partitura vêm garantindo que ela seja a mais festejada obra de câmara do compositor.

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03 de Dezembro - Domingo, 20 Horas | Sala Cecília Meireles 


O programa gira em torno do Rio de Janeiro, e do diálogo dos compositores nascidos ou ativos na cidade com sua música popular urbana, o que lhe dá caráter de unidade e sabor seresteiro. 

Em suas Variações sérias sobre um tema de Anacleto de Medeiros, de 1992, Ronaldo Miranda toma como base Yara, de um dos pais fundadores do choro, Anacleto de Medeiros – que anteriormente servira de inspiração para os Choros n. 10, de Villa-Lobos. Villa-Lobos, por sua vez, aparece com seu Quatuor, para sopros, de 1928, obra que, por sinal, é contemporânea da Suíte para quinteto de sopros de caráter nacionalista que Lorenzo Fernandez – braço direito de Villa-Lobos nas iniciativas de educação musical – compôs em 1926. Suíte para quinteto de sopros é também o nome da partitura que ouviremos de Radamés Gnattali – o mais carioca de todos os gaúchos. Datada de 1971, ela evoca o universo chorão de Villa e Anacleto.

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10 de Dezembro - Domingo, 20 Horas | Sala Cecília Meireles 

Se, com Guilherme Tell, Rossini encerrava prematuramente, aos 37 anos de idade, em 1829, sua carreira de compositor de óperas, as outras peças do programa mostram autores em momentos de consolidação de suas trajetórias, no final do século XIX. As Variações Enigma foram criadas em 1898, como uma brincadeira doméstica de Edward Elgar – a partir de um tema original, 14 variações, cada uma descrevendo um amigo do compositor. Acabaram ganhando uma difusão internacional rara para autores britânicos, com a nona variação, Nimrod, tornando-se um bis clássico de orquestras de todos os países. Nascido a sete anos e sete mil quilômetros de distância de Elgar, no Ceará, Alberto Nepomuceno compôs sua sinfonia um pouco antes das Variações Enigma – em 1893. Se, nessa época, a forma sinfônica já tinha larga trajetória em solo europeu, no Brasil era ainda incipiente, e a de Nepomuceno constitui até hoje um dos exemplares mais vigorosos e bem acabados de partitura brasileira no gênero.

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Sala Cecília Meireles

Rua da Lapa, 47

Rio de Janeiro-Rio de Janeiro